* Amigos da rosita *

15 de junho de 2013

Vamos falar de patchwork?!


Oi gente!
Estou mesmo completamente apaixonada por essa técnica
absolutamente maravilhosa, ela trabalha a nossa mente, aguça a nossa
criatividade e melhor dá pra garantir o pão na mesa.
Então compartilhando um pouco mais com vocês, aqui está, encontrado no blog do ELO7,
que tem muita dica legal, eis um pouco mais de patchwork.
Beijos
ROSITA 

A arte de cortar tecidos e montar composições data do antigo Egito, quando já podiam ser vistas criações com retalhos nas vestimentas de faraós e decorações em pirâmides. Acreditam? Desde esta época, a técnica de juntar padronagens e criar módulos só evoluiu. Nos EUA, a modalidade sempre foi popular entre as costureiras, mas foi na década de 70 que o patchwork se tornou popular, com o movimento hippie. O que começou com reaproveitamento de retalhos, ganhou o mundo e os produtos e técnicas se refinaram.
As fãs do patch têm tecidos especiais, estão munidas de tábuas de corte, cortadores circulares, compassos, entretela, gabaritos… O universo é vasto e une crafters de vários países em torno de “blocks” e variações que tomaram conta do patchwork contemporâneo.
A matemática do patch: quem pensa que juntar quadrados é coisa simples, engana-se. O quebra-cabeça pode ser complexo e exige o cumprimento de regras. As praticantes do patchwork tradicional guiam-se por modelos de blocos, mosaicos compostos por quadrados e tiras que formam blocos de nove ou quatro partes, estrelas, rosas, cruzes. Os modelos são internacionais e há desafios e grupos mundiais para apresentação destes trabalhos.
Patchwork livre: além dos blocos que compõem mantas, painéis, fronhas, a técnica permite a criação de objetos tridimensionais ou peças funcionais como jogos americanos e capas. As junções e aplicações de tecidos possibilitam o desenho de figuras que são bastante usadas e transmitem culturas regionais. Os trabalhos mineiros, exemplo, têm  forte presença de elementos rurais e festas folclóricas. Já os exemplares do patch mais contemporâneo faz da arte com retalhos mais abstrata e imprecisa.
Os retalhos invadem o mobiliário: além das almofadas em sofás, a técnica alia-se ao restauro e atualização de móveis. Os estofados de pufes e poltronas ganham mosaicos de retalhos, que estendem-se para os pés e detalhes em madeira. É a técnica tradicional sendo reinventada no dia-a-dia. Abaixo, a arte da Ana Morelli ilustra este tendência.
Nossos elosetters oferecem uma porção de criações em patch. Se ficou com vontade de ter uma peça elaborada em sua casa, clique aqui para uma variedade de mantas e kits de berço ou neste link para uma infinidade de produtos para o dia-a-dia.
Imagens: produtos Ateliê Pinta e Borda, produtos Fio a Fio, produtos Mimo Patchwork, produtos Pedaços de MinasLu GastalModa Bake ShopAna Morelli.