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9 de setembro de 2014

Necessaire

OI Gente!
Vi essa bolsinha no blog http://marrietta.ru/
O passo a passo dela é apenas com imagens.
Estou postando porque amei essa necessaire para cosméticos e afins.
Não sei por vocês, mas, eu sou um pouco exagerada quando se fala " vamos viajar "?
Ai eu já penso nos milhões de coisas pra levar. rsrsrsr
Pois bem! Voltando a necessaire, vou fazer a minha e volto com as medidas e moldes, ok?!!
Mas quem consegue tirar e desenhar só olhando, também pode compartilhar conosco. Tá certo?!!
Beijos
*_*
ROSITA


Costura.  Uma variante interessante das bolsas de estrada, sacos de cosméticos (8) (486x377, 127KB)Costura.  Uma variante interessante das bolsas de estrada, sacos de cosméticos (1) (588x415, 164KB)Costura.  Uma variante interessante das bolsas de estrada, sacos de cosméticos (2) (599x404, 157Kb)Costura.  Uma variante interessante das bolsas de estrada, sacos de cosméticos (3) (592x443, 188KB)
Costura.  Uma variante interessante das bolsas de estrada, sacos cosméticos (10) (470x371, 77Kb)Costura.  Uma variante interessante das bolsas de estrada, sacos de cosméticos (9) (485x369, 111Kb)Costura.  Uma variante interessante das bolsas de estrada, sacos de cosméticos (7) (455x374, 124KB)
Costura.  Uma variante interessante das bolsas de estrada, sacos de cosméticos (5) (477x374, 127KB)Costura.  Uma variante interessante das bolsas de estrada, sacos de cosméticos (6) (454x371, 113Kb)Costura.  Uma variante interessante das bolsas de estrada, sacos de cosméticos (4) (482x371, 137KB)

1 de abril de 2014

Faça você mesmo: embalagem para Páscoa

Oi Gente!

Depois de tanto tempo, de volta as pesquisas, né?!!
Como estamos falando em quaresma, jejum e claro, a páscoa...
E páscoa lembra chocolate, coelho da páscoa ( não sei porque! Mas tudo bem! )
E tem gente como eu e você que adora dá uma lembrancinha aos amigos e a família, numa época dessas tenho uma dica do ELO7 para nós.
Uma embalagem simples e divertida que a criançada vai adorar.
Vamos lá? Fazer nossos coelhinhos?!! 

Fonte: http://blog.elo7.com.br/2014/03/faca-voce-mesmo-embalagem-para-pascoa.html#.Uzq_O6hdUxY




coelho1
Começar desde já a pensar nas lembranças de Páscoa para amigos e familiares fará tudo ficar mais caprichado. Além dos ovos ou bombons, você mesma pode criar sua embalagem feita à mão! E uma ideia mais legal ainda: uma capa para decorar barras de chocolate. O que acha da sugestão? Siga o passo a passo abaixo e veja como é simples criar você mesma seu presente fora de série. Mãos à massa! Ou, neste caso… No feltro, linha e tecido!
materiais1
Para a capa que desenvolvemos, estes são os materiais necessários. Porém, não se intimide caso prefira colar as partes de tecido e feltro com cola quente ou trocar qualquer aviamento. O importante é partir para a criação!
materiais
Para o aplique, nosso escolhido foi um coelho simples, sem muitos detalhes. As formas e tamanhos são com você. Solte a criatividade para compor estampas e cores que lhe agradam. Vale misturar cores contrastantes, tecidos que tenham sobrado de outros projetos, brincar com tons complementares. Após definir os materiais, é só seguir as coordenadas!
barra
pap_formas
pesponto
Na hora de criar o detalhe do bigode, surpreenda com um retalho de tule e botão. Um retângulo pequeno é o suficiente para dar este charme criativo! :)
bigode
O que achou do resultado? Você pode fazer em diferentes composições e encapar barras gostosas para todo mundo! Até o coelhinho da Páscoa gostaria de ganhar… Boa criação!
pronto

13 de março de 2014

Seis dicas para despertar sua criatividade

Oi Gente! Tudo bem?!

Encontrei no blog ELO7, essa dica, para ajudar na nossa jornada de criação. 
Tem o tempo do desânimo, não é mesmo?! Mas sei que isso passa! 
Eis uma dica favorável pra essa faze ! rsrsr
Aproveitem a leitura e entrem no blog, tem muita informação útil, para nós artesãos. 
Então! 
Boa leitura! 
Bjs



Postado por: NATHALIA RAGGI 4 março 2014 em NEGÓCIO CRIATIVO, VIDA CRIATIVA
post-criatividade
Olá comunidade mais criativa do Brasil!
Nesse post, espero incentivá-los e ajudá-los a aguçar ainda mais sua criatividade :)
Antes de tudo, gostaria de dizer que a criatividade não é exercida somente na criação de novos produtos. Ela também se exerce na criação de novas relações entre as pessoas e também com o mundo que as cerca.
Mais do que dom ou obra do acaso, a maior parte das ideias criativas são fruto de umapostura adotada pelo criador diante do mundo, de um olhar treinado e de uma mente aberta para dar vazão à criatividade.
Quando optamos por trabalhar com produtos diferenciados e não produzidos em série, optamos por um caminho de muita transpiração e inovação. Somos exigidos diariamente por nossos queridos clientes a desenvolver algo original, único, diferente do que se encontra nas lojas dos shoppings ou centros comerciais.
Além de criarmos o produto, criamos combinações de cores, pesquisamos materiais, técnicas e acabamentos diferenciados, desenvolvemos embalagens personalizadas, criamos a identidade visual de nossa marca, novas maneiras de fotografar e descrever o produto, de divulgá-lo nas redes sociais e ainda maneiras simpáticas de nos comunicar com nosso cliente. Criamos o tempo todo!!!
O resultado de tanta trans(piração) são produtos únicosque contam histórias,imprimem sentimentos e embelezam o mundo.
Qual foi a última vez que você parou para criar algo realmente original para sua loja? Algo que partisse de sua essência, e não somente de inspirações que encontrou na Internet? Alguma vez deixou realmente sua imaginação fluir e se perguntou “E se”?
Siga algumas dicas e liberte sua criatividade!
1) Fuja da rotina: Muita gente liga o piloto automático logo pela manhã com o objetivo de fazer o dia render. Mas uma boa tática para estimular a criatividade está na quebra ou mudança nas atividades rotineiras, como pegar um caminho diferente do convencional para chegar ao seu destino.
2) Faça projetos futuros: Enquanto lista as atividades do seu dia, aproveite para pensar em projetos que terá que trabalhar nos próximos dias ou meses e para os quais você precisará de ideias. É um meio de estimular a sua mente para que traga ideias novas para as questões pensadas.
3) Prepare sua mente: Se a primeira coisa que faz no dia é acessar as redes sociais, atenção: este hábito pode comprometer as horas criativas que estariam por vir. Em vez de preparar sua mente para um fazer criativo, você a está dispersando.
4) Visite lugares diferentes: Para criar, repertório é imprescindível. Então visite lugares onde você nunca esteve, conheça culturas diferentes, o mundo está cheio de coisas novas para ampliar nossa visão!
5) Relaxe: Liberte sua mente para uma atividade relaxante e que traga boas sensações. Sair um pouco da pressão e fazer uma atividade diferente pode estimular ainda mais a sua criatividade.
6) Arrisque: Aprenda com os erros e acertos. Tire aquele projeto velho do papel e veja se ele funciona ou não, se arrisque em um novo emprego ou relacionamento amoroso. Experiência, coragem e mente aberta fazem de profissionais comuns, profissionais criativos.
Este mês lançamos o concurso Desafie sua Criatividade. É uma boa oportunidade para praticar as dicas que acabou de ler!
Buscar um estilo de vida criativo é valorizar a autenticidade, originalidade e surpreender-se a cada dia.
Boa sorte e muita inspiração e transpiração à todos!
Imagem: V de Vintage

19 de fevereiro de 2014

O que você vende não é o que o cliente compra

Olá! Vi este post no blog elo7, dando dicas e esclarecimentos sobre os nossos produtos e serviços. Vale a pena Ler e refletir. E mais no fim do post tem um curso online sobre o assunto. Dá só uma olhada! Bjs



Cutting fabric with tailors scissors
Sabia que você não vende artesanato?
Talvez, nesse momento, você esteja pensando: “Que frase sem sentido, é lógico que eu vendo artesanato”. Eu acho que não, continue lendo e você entenderá o porquê.
Costumo dizer que as pessoas não compram um produto ou serviço. Na verdade o que todos nós compramos é uma solução para resolver uma necessidade ou ter um desejo atendido.
Isso se aplica, também, para o mercado de artesanato. Normalmente, o cliente que compra um produto artesanal está procurando atender algum desejo. Quer um exemplo? Ao comprar uma lembrancinha (produto) o cliente quer na verdade eternizar um momento especial (desejo).
O que o artesão vende é soluções para atender um desejo do cliente. Certo? Errado! Isso é o que o cliente compra.
Mas, tem diferença entre o que você vende com o que o cliente compra? Existe, vou explicar.
Imagine, que no aniversário de minha esposa eu compro uma bolsa em patchwork para presenteá-la. Quando eu, como cliente, pago por esse produto, na verdade, o que quero é uma maneira de mostrar o meu carinho nessa comemoração de mais uma ano de vida. Ou seja, estou comprando uma maneira de dizer “você é importante para mim e eu lembrei de você”. Este é meu desejo e acredito que a peça de artesanato irá transmitir essa mensagem.
E se eu mesmo fizesse essa mesma bolsa em patchwork, o meu desejo seria atendido? Lógico que sim até de forma mais efetiva! Seria uma peça criada por mim, unicamente para dizer “você é importante para mim e eu lembrei de você”. Mas, então porque eu mesmo não crio e faço a bolsa de patchwork? Porque eu não tenho TEMPO e HABILIDADE.
Portanto, é isso que o artesão vende: TEMPO e HABILIDADE.
Se seu cliente tivesse tempo e, principalmente, habilidade para desenvolver a peça que você faz, ele compraria de você? Claro que não.
Veja, então, a diferença entre o que o cliente compra e o que o artesão vende em nosso exemplo:
  • O que o cliente compra: desejo de transmitir uma mensagem de carinho e amor;
  • O que o artesão vende: seu tempo e habillidade para criar uma peça que irá transmitir a mensagem do cliente;
    Reflita
    Quanto vale sua habilidade? Quanto vale sua experiência? Seus erros e acertos? Seus cursos de capacitação? Anos de aprendizado?
    Quanto vale o seu tempo? Estar com a família? Lazer? Descanso? No contexto atual, em que há uma grande escassez de tempo, este deve ser bem valorizado e precipitado. E se fosse possível transferir algumas horas de seu dia para outra pessoa, assim como se transfere um carro ou outro bem qualquer, qual seria o preço do seu tempo? Assista “O Preço do Amanhã”, um filme de ficção onde as pessoas transferem tempo uma para outras.
    Seu posicionamento
    Quando você, artesão, se posicionar como um profissional que vende SEU TEMPO e SUA HABILIDADE para atender os DESEJOS e NECESSIDADES de seus clientes, o valor percebido de seu trabalho terá uma nova perspectiva mediante ao público alvo e seu mercado de atuação.
    Algumas dicas práticas
    - Na descrição de seu produto, agregue valor, dando ênfase à necessidade e desejos de seu cliente;
    - Informe sobre o tempo de produção de suas peças;
    - Mostre para público como é o processo de produção. Você pode usar as redes sociais para compartilhar fotos e imagens de suas peças em desenvolvimento.
    - Ofereça produtos relacionados à necessidade de seu cliente.
E você, vende seu tempo e sua habilidade? Ou vende apenas uma peça?
Conte-me como você aborda a questão deixando o seu comentário.
Se gostou do post não perca o curso online que darei na semana que vem sobreComo Divulgar e Vender seu Artesanato Na Internet . A transmissão será no dia  27 e 28 de Fevereiro das 14h às 18h (com reprise das 19h às 23h).  Para saber mais sobre o curso clique aqui. Até lá!

13 de fevereiro de 2014

Reciclagem

Bom dia gente!!!
Passeando pelo Piterest, que adoro!
Encontrei essa reciclagem MARAVILHOSA!
Não precisa explicar, porque a imagem já diz tudo.
Aqui em casa já fiz esses jarrinhos bem mais simples,
mas essa ideia irei fazer com certeza, espero que fique tão bonito quanto este.
Ah! Uma pequena observação.
Para colorir, você pode usar tinta spray, na cor desejada
ou cola branca e aplicar areia colorida, tecido ou qualquer outro tipo de textura que tiver à mão.
Ok?!!
Bjs
Rosita

My DIY Projects: Recycling Simple Plastic Bottle Vase











Eventos minha gente!!

4 de dezembro de 2013

Reciclagem artesanal: Como fazer uma cesta com revistas velhas?



Você vai precisar de:
- Revistas usadas
- Cabo de vassoura
- Pregadores
- Cola branca
- Tinta - a que você quiser para dar acabamento na peça

Reciclagem artesanal: Como fazer uma cesta com revistas velhas?

Faça canudinhos enrolando as páginas da revista.

Reciclagem artesanal: Como fazer uma cesta com revistas velhas?
Reciclagem artesanal: Como fazer uma cesta com revistas velhas?

Use o cabo de vassoura (ou outro objeto cilíndrico) para fazer os círculos de canudo.

Reciclagem artesanal: Como fazer uma cesta com revistas velhas?
Reciclagem artesanal: Como fazer uma cesta com revistas velhas?
Reciclagem artesanal: Como fazer uma cesta com revistas velhas?

Junte os círculos de canudinho colando um pedaço de papel entre eles. Inicialmente de dois em dois, mas depois vá juntando as peças até formar um retângulo de círculos.

Reciclagem artesanal: Como fazer uma cesta com revistas velhas?

Não estamos dizendo quantos círculos fazem uma caixa porque você pode decidir o tamanho que quer fazer. Pode ser qualquer um, sendo que quanto menor, mais resistente a cesta será.

Reciclagem artesanal: Como fazer uma cesta com revistas velhas?

Junte os retângulos de círculos da mesma forma que fez um por um, com papel ou um esparadrapo formando as faces da cesta.

Reciclagem artesanal: Como fazer uma cesta com revistas velhas?

A cesta está pronta. Agora só falta pintar.

Reciclagem artesanal: Como fazer uma cesta com revistas velhas?

Use a tinta que quiser. Obviamente use uma tinta impermeável se o material ficar exposto a umidade.

Reciclagem artesanal: Como fazer uma cesta com revistas velhas?
Reciclagem artesanal: Como fazer uma cesta com revistas velhas?


15 de junho de 2013

Vamos falar de patchwork?!


Oi gente!
Estou mesmo completamente apaixonada por essa técnica
absolutamente maravilhosa, ela trabalha a nossa mente, aguça a nossa
criatividade e melhor dá pra garantir o pão na mesa.
Então compartilhando um pouco mais com vocês, aqui está, encontrado no blog do ELO7,
que tem muita dica legal, eis um pouco mais de patchwork.
Beijos
ROSITA 

A arte de cortar tecidos e montar composições data do antigo Egito, quando já podiam ser vistas criações com retalhos nas vestimentas de faraós e decorações em pirâmides. Acreditam? Desde esta época, a técnica de juntar padronagens e criar módulos só evoluiu. Nos EUA, a modalidade sempre foi popular entre as costureiras, mas foi na década de 70 que o patchwork se tornou popular, com o movimento hippie. O que começou com reaproveitamento de retalhos, ganhou o mundo e os produtos e técnicas se refinaram.
As fãs do patch têm tecidos especiais, estão munidas de tábuas de corte, cortadores circulares, compassos, entretela, gabaritos… O universo é vasto e une crafters de vários países em torno de “blocks” e variações que tomaram conta do patchwork contemporâneo.
A matemática do patch: quem pensa que juntar quadrados é coisa simples, engana-se. O quebra-cabeça pode ser complexo e exige o cumprimento de regras. As praticantes do patchwork tradicional guiam-se por modelos de blocos, mosaicos compostos por quadrados e tiras que formam blocos de nove ou quatro partes, estrelas, rosas, cruzes. Os modelos são internacionais e há desafios e grupos mundiais para apresentação destes trabalhos.
Patchwork livre: além dos blocos que compõem mantas, painéis, fronhas, a técnica permite a criação de objetos tridimensionais ou peças funcionais como jogos americanos e capas. As junções e aplicações de tecidos possibilitam o desenho de figuras que são bastante usadas e transmitem culturas regionais. Os trabalhos mineiros, exemplo, têm  forte presença de elementos rurais e festas folclóricas. Já os exemplares do patch mais contemporâneo faz da arte com retalhos mais abstrata e imprecisa.
Os retalhos invadem o mobiliário: além das almofadas em sofás, a técnica alia-se ao restauro e atualização de móveis. Os estofados de pufes e poltronas ganham mosaicos de retalhos, que estendem-se para os pés e detalhes em madeira. É a técnica tradicional sendo reinventada no dia-a-dia. Abaixo, a arte da Ana Morelli ilustra este tendência.
Nossos elosetters oferecem uma porção de criações em patch. Se ficou com vontade de ter uma peça elaborada em sua casa, clique aqui para uma variedade de mantas e kits de berço ou neste link para uma infinidade de produtos para o dia-a-dia.
Imagens: produtos Ateliê Pinta e Borda, produtos Fio a Fio, produtos Mimo Patchwork, produtos Pedaços de MinasLu GastalModa Bake ShopAna Morelli.

11 de junho de 2013

Como desapegar de sua criação por Marcela Catunda

Oi Gente!!!!!
Vou agora postar um bela conversa com Marcela Catunda, que está no blog do Elo7,
muito legal e é assim como ela diz que eu também me sinto.
Muitas vezes tenho um certo apego pelas peças que eu faço... rsrsrs
Minha fase final do processo é assim, eu tenho que amar o que eu fiz senão...
Eu acho que ninguém vai gostar, mas não é bem assim, né?!!
Então dá uma espiadinha e vê se você também é assim?!! rsrs
Beijos
*_*
ROSITA

Um pra loja, dois pra mim… Seis pra mim, um pra loja…
A conta é quase essa. Seria cômico se não fosse trágico.
É que a gente escolhe os tecidos, deixa eles cheirosos, passa, borda, corta, costura e de repente aquela almofada que era para ir pra loja começa a combinar desesperadamente com o sofá da sala. E ela combina com o sofá, com você, com a meia do seu marido, com o barrado da cortina… O que fazer?
Já foram tantas as peças que fotografei e que nunca coloquei na minha loja. Tantas! Pra algumas eu arrumava a cruel desculpa do “acho que posso fazer melhor”, para outras eu nem arrumava desculpa nenhuma, simplesmente não vendia porque a achava fora de contexto.
Se eu tivesse uma varinha mágica bateria na minha cabeça até entrar nela uma fórmula de conciliar meu processo criativo com o comercial. Às vezes eu quero fazer um ursinho, outras quero bordar guardanapos, sem contar as tardes em que quero fazer alguma coisa sem ter a mínima ideia do que vai ser quando eu a terminar. Essas são as peças que eu mais gosto.
Aí as pessoas dizem que é preciso ter foco e esse é o meu pior castigo. Fiquei na fila do foco umas duas encarnações mas ainda não consegui evoluir nesse quesito. Já comecei toalhas que viraram travesseiros, colchas que viraram bolsas e até um jogo americano que ficou muito mais bonitinho de tapetinho de banheiro. Ou seja, onde tá meu foco? Por favor, não responda. Isso pode me magoar.
Mas daí que eu vejo graça em criar assim, nesse “desprocesso”, íííí! O corretor ortográfico não reconheceu meu “desprocesso”, mas não o retiro, não quero tirar porque é exatamente assim que eu me sinto. Não é que eu não tenho um processo de trabalho com começo, meio e fim. Eu posso ter, mas eu não quero. E olha que sou metódica. É um contrassenso eu sei. Sou um ringue em constante batalha, de um lado a vontade de voar e do outro o preço exorbitante da fruta do conde, do salsão, da jabuticaba… De um lado estão as ideias e de outro, o cara do contas a pagar. Pô, a jabuticaba está vinte reais a bandejinha. Fala sério!
E pra ajudar você, que como eu sofre desse mesmo mal, aqui vão cinco dicas para evitar o doloroso momento de despedida entre você e sua obra
1. Evite estampas que combinem com aquela colcha in-crí-vel que você está louca para colocar na sua cama, mas morre de medo de usar porque seu marido vai arrancá-la pré historicamente antes de dormir assassinando fuxico por fuxico.
2. Fuja correndo de combinações de rendas, sinhaninhas, botões e outras fofuras que arranquem de você suspiros ou onomatopeias como: óim, ahhh, óóóúm! Se você não conseguir se conter, dê um pulo na cozinha e coma um pudim.
3. Casa de ferreiro espeto de pau, né? Mas também não precisa fazer bem uma coisa que você está precisando desesperadamente como, por exemplo, um novo pegador de panelas. Se a vontade de pertencer a você começar a falar mais alto, pare tudo e vá bater um bolo.
4. Para se livrar de todo e qualquer perigo escolha uma cor que você não ame de paixão. Pra mim o marrom é tiro e queda.
5. E se você já estiver completamente apaixonada pela peça e viver sem ela já for praticamente impossível, pense “na bonita” brilhando no caderno de consumo de um importante jornal, você dando entrevistas em programas de TV… pense e se distraia até furar o dedo e a vontade de ficar com ela passar.
Se mesmo passando por tudo isso aí em cima, você ainda quiser ficar com sua peça, fique. Esqueça tudo, pare tudo, coma um chocolate e comemore o seu direito de poder ter tudo que você fizer. Isso não é genial? E não tem nada de egoísta.
E de repente o mundo é um grande Café da Manhã do Rei Roberto Carlos, que durante muitos anos eu achei que era um grande de um pão duro. Afinal, o cara vai pedir um café pra nós dois? Por que não dois cafés com dois pães na chapa e um sonho? Eu até divido o sonho, mas o café!

22 de fevereiro de 2013

7 atitudes para desenvolver seu potencial criativo

Mais uma dica bem vinda para que possamos nos inteirar dos negócios. 
Então amigas e amigos, vejam essas dicas e atitudes, para que nossos negócios melhorem sempre
Beijos da amiga Rosita
*_*

Posted: 20 Feb 2013 03:43 AM PST
7 atitudes para uma vida criativa
Você sabia que a criatividade é uma capacidade inerente a todo ser humano? Isso significa quetodos nós nascemos com um potencial para criar soluções criativas e capacidade de inovar. Mas então o que diferencia os chamados “criativos” dos demais? Ou porque algumas pessoas são consideradas mais criativas que outras? A diferença está principalmente nas atitudes!
A boa notícia: é possível desenvolver ou até evoluir esse potencial, cultivando atitudes criativas no seu trabalho e na vida. Quer saber como? Vejamos a seguir algumas das atitudes que podemos adotar de maneira prática em nosso dia-a-dia:
1. Assuma riscos
Nós temos uma tendência a rejeitar novas ideias que não se encaixam em padrões já estabelecidos. É preciso quebrarmos esta resistência a mudanças, assumindo alguns riscos. Não tenha medo daquelas ideias que possam parecer “absurdas” em um primeiro momento.
assuma riscos
“Tá na chuva é pra se molhar”: aceite novos riscos e viva experiências diferentes! 
2. Tenha comprometimento e persistência
Muitas pessoas desistem rápido demais quando encontram os primeiros obstáculos na geração de ideias ou mesmo na implementação. Criar traz alegria mas também pode trazer medo ou ansiedade, além de envolver muito trabalho e dedicação. Persista, confiando na capacidade ilimitada e maravilhosa do cérebro.
3. Mantenha uma mente aberta a novas ideias
Aprenda a buscar respostas em diferentes lugares e situações. Pode ser em uma viagem, na conversa com outras pessoas, uma solução que deu certo em um contexto diferente do seu.Muitas ideias ‘malucas’ nos servem de apoio para outras melhores e originais. Desapegue-se das ideias iniciais, gere o máximo de possibilidades para uma mesma ideia.
De onde vêm as ideias?
De onde vêm as ideias? Pôster maior no Pinterest do Elo7.
4. Seja curiosa
Já reparou como as crianças fazem perguntas sobre tudo, sem medo ou vergonha? Conforme nos tornamos adultos, passamos a perguntar menos e a ter respostas prontas para tudo. Mas uma pessoa criativa é curiosa, faz perguntas, lê livros diferentes e frequenta ambientes diversos em busca do novo. Essas atitudes as mantém com a mente aberta. É preciso não perder a capacidade de encantar-se com as novidades (como as crianças fazem) e de estranhar coisas aparentemente normais.
seja curiosaPergunte, conheça, experimente! Foto: Esperanza Moya
5. Motivação intrínseca
O prazer de fazer o seu trabalho deve vir sem a preocupação imediata de agradar ao outro. O processo de criar deve ser recompensador e gerar uma grande satisfação pessoal. Busque isto no seu trabalho, no seu processo. Isto traz maior liberdade, pois o trabalho segue um curso novo, original.
6. Mãos na massa
Esta dica é simples, para criar é preciso botar a mão na massa. Assistir o trabalho dos outros, como espectadora, a impede de desenvolver algo mais original, de descobrir novas ideias no meio do processo.
7. Mantenha autoconfiança
É importante confiar no próprio trabalho, no seu talento. Mesmo enfrentando períodos de desânimo, uma pessoa inovadora sempre acredita que tem capacidade para seguir em frente, atingir seus objetivos.
a criatividade é a inteligência se divetindo
Pôster com frase inspiradora do Albert Einstein no Pinterest do Elo7
******
Gostaram? Nossas dicas foram também baseadas no livro Empreendedorismo – Fundamentos e Técnicas para Criatividade.
O que você faz para atiçar a criatividade? Compartilhe com a gente nos comentários abaixo.
Acima de tudo, lembre-se: todas nós somos livres para escolhermos nossas atitudes. Escolha as suas e colhas os frutos!
(imagens do post: Getty Images e Miss Capricho)

10 de fevereiro de 2013

Patchwork


Olá gente!
Para quem tem paixão, ou está se apaixonando como eu pelo patchwork, uma dica muito útil.
Espero que apreciem!!!
Beijos
*_*

Introdução:

Patchwork” é uma palavra inglesa que significa trabalho em retalhos. É uma arte muito antiga que consiste no corte de bocados de tecidos em formas geométricas, ligando-as depois para formar uma superfície de mosaico.
O trabalho mais antigo deste tipo foi encontrado na Índia e data de entre os séculos VI e IX.
Mais tarde, o patchwork estendeu-se a todos os países da bacia do Mediterrâneo, e através da Europa até a Inglaterra.
patchwork era mais um passatempo do que uma necessidade. O seu objectivo estava muito ligado com a temperatura, já que o seu objectivo era proporcionar calor economicamente.
patchwork renasceu através da vasta selecção de cores e tecidos existentes e o potencial de trabalho criativo é ilimitado.
Na América do Norte, o patchwork, era uma arte que fazia parte da vida doméstica e social desde que os colonos estabeleceram as suas casas na costa oriental da América. As condições de vida e os Invernos rigorosos foram factores importantes no desenvolvimento do patchwork, como meio de fornecer roupa quente de vestir e de cama.
Tradicionalmente, as raparigas aprendiam a coser com 3 anos de idade e deveriam fazer 12 colchas para o seu enchoval. A 13ª, era, claro, a mais especial – a do casamento. Porém a superstição não permitia que uma rapariga trabalhasse na sua colcha de casamento, de modo que as amigas da noiva contribuíam com as diversas partes, ligavam-nas e ofereciam a colcha já pronta, como prenda.
Assim, o patchwork, proporcionou às mulheres dos primeiros colonos americanos uma actividade a um tempo simples e tranquila, ou estimulante e complexa. Hoje, continua a ser uma forma de ocupar os tempos livres e de exercitar o talento artístico.
De todas as artes populares o patchwork é realmente único, pelo facto de não requerer grandes meios e de ter um efeito imediato. Fazem-se coisas maravilhosas e úteis de uma forma agradável.


Tecidos:

Os tecidos utilizados no patchwork não devem esticar nem desfiar com muita facilidade. A sua textura deve ser sensivelmente igual. O algodão puro é ideal para estes tipos de trabalhos.
Podem se usar vários tipos de tecidos, como por exemplo os veludos, as sedas, as malhas finas, mas estas últimas são muito difíceis de trabalhar. O essencial é evitar uma mistura de tecidos de diferentes texturas, pois um tecido pesado combinado com um leve pode fazer que este rasgue. É sempre uma boa ideia guardar os restos de tecidos de vestidos, cortinados, etc., deixando-os separados por cores em sacos de plástico.
Deve levar-se a passar a ferro todos os tecidos que se vão utilizar antes de começar o trabalho.
Evitar-se-á que o patchwork fique estragado, após a primeira lavagem, caso os tecidos encolham.


Cores e Padrões:

A cor é um elemento essencial em patchwork e deve prestar-se-lhe toda atenção, antes de começar o trabalho.
É muito importante a sua gradação, isto é, a tonalidade mais escura ou mais clara que o tecido adquire quando é colocado junto de outro.
Uma maneira de combinar os tecidos é escolher cores contrastes (por exemplo: vermelho e amarelo, preto e creme, etc.), pois a mistura pode tornar-se cansativa.
Quando se procede à selecção e reunião dos tecidos, é essencial pensar no aspecto que terá o trabalho acabado e no ambiente em que irá enquadrar-se.
As possibilidades de dividir geometricamente uma superfície são ilimitadas e é este o aspecto mais interessante do patchwork!


Moldes:

Os moldes servem para cortar os retalhos. Há uma grande variedade de formas, das quais as mais vulgares são o hexágono e o losango.

Triângulo:
O triângulo é uma figura geométrica e três lados.
Em patchwork são dois tipos os tipos de triangulo mais vulgarmente usados:
- O primeiro obtém-se dividindo um quadrado pela diagonal, ou seja, o triângulo rectângulo;
- O segundo obtém-se dividindo um losango ao meio.

Quadrado:
O quadrado como molde de patchwork parece extraordinariamente simples. No entanto, se os quatro cantos não forem rigorosamente iguais, é a figura que mais imperfeições apresenta.

Hexágono:
Como primeira experiência em patchwork, o hexágono (figura de seis lados iguais) é de longe a mais simples. Seis hexágonos dispostos à volta de um outro formam uma roseta simples. E fazendo uma roseta, aprendem-se todas as técnicas básicas do patchwork.

Losango:
Podemos aqui considerar dois tipos de losango: o losango simples e o losango alongado.
- Losango simples: é feito a partir de um hexágono e forma uma estrela de 6 pontas.
- Losango alongado: é feito a partir de um octógono (figura geométrica de oito lados iguais) e forma de uma estrela de 8 pontas.

Pentágono:
Figura geométrica de 5 lados iguais – precisa de outras figuras para formar uma superfície uniforme. Doze pentágonos iguais formam automaticamente uma bola. Pode derivar-se um pentágono alongado de um losango, retirando-lhe um vértice. Seis destas figuras combinadas com um hexágono formam uma estrela muito original.

Conclusão:

São inúmeras as possibilidades de aplicação do patchwork, tudo dependendo da capacidade criativa de cada um e da finalidade que se tiver em vista

Fonte: http://www.notapositiva.com